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Palmeira azul - Bismarckia nobilis

 Bismarckia é um género botânico pertencente à família Arecaceae. Possui uma única espécie, Bismarckia nobilis. No Brasil tem o nome de palmeira-azul. É uma planta originada de Madagascar. Foi introduzida no Brasil no século XX.

Buxinho - Buxus sempervirens

Arbusto provido de textura lenhosa, de crescimento muito lento, originário das regiões do Mediterrâneo,Oriente e China, de 2,5m de altura, de folhagens coriácea, perene e com aspecto muito ornamental.

Produz madeira dura, compacta, apropriada para marchetaria e instrumentos musicais, quando muito velha. Planta extraordinária e que possui um excelente potêncial para trabalhos topiários, assumindo com facilidade as formas desejadas.

Utilizado com frequência como planta para bordadura de jardins, muros, desenhada ou não, e mantida sempre podada, proporciona um belíssimo efeito ornamental. Pode ser cultivada em vasos grandes por longo tempo se podada com frequancia.

Multiplica-se por estacas obtidas do ponteiro, cortadas no final do inverno.
 

Dianella - Dianella tasmanica `Variegata

A pequenas flores que aparecem no meio da primavera, tem pétalas violeta pálido com riscas brancas. Melhor na sombra leve, resistente a temperaturas a cerca de 20-25 graus.


Moréia - Dietes bicolor

Herbácea rizomatosa, florífera, ereta, entouceirada, perene, de folhagem ornamental, originária da Africa do Sul, de 50-70 cm de altura, Folhas planas, persistentes e rijas.

Inflorescências eretas, curtas, ramificadas, formadas várias vezes durante o ano, contendo flores amareladas com manchas alaranjadas e marrom-escuras no centro.

Planta excepcional para bordaduras e para grandes maciços isolados, em canteiros enriquecidos com matéria orgânica, de boa drenagem e irrigados periodicamente. É tolerante a baixas temperaturas de inverno, podendo ser cultivada em quase todo país.

Multiplica-se facilmente por divisão da planta tendo o cuidado de manter os rizomas; deve-se renovar o canteiro a cada dois ou três anos.

Zâmia - Zamioculca

Arbusto semi-lenhoso, de tronco curto ou totalmente subterrâneo, de aspecto semelhante a uma palmeira, de 0,90-1,10 m de altura, originário da Flórida( Estados Unidos), Mèxico, Ìndias Ocidentais e norte da Américado Sul. Folhas compostas pinadas, aglomeradas, de folíolos rijos, coriáceos, lanceolados, com margens denteadas do meio para o ápice,com pecíolo provido de espinhos.

Inflorescência masculina e feminina em plantas separadas, ( dióica), do tipo cone, cilíndrico nas plantas masculinas e ovóide nas femininas, formadas no verão.

Cultivado como planta isolada ou em grupos, preferencialmente a meia-sombra.

Multiplica-se por sementes no local de origem e por separação das brotações.

Pata de elefante - Beaucarnea recurvata

A pata-de-elefante é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e aspecto escultural. Apesar de se assemelhar com as palmeiras, a pata-de-elefante não é uma palmeira verdadeira. Ela é considerada um arbusto ou arvoreta, que pode alcançar cerca de 5 metros de altura quando adulta. Seu tronco é muito ornamental, geralmente único com a base dilatada, para o armazenamento de água. Uma adaptação para sobreviver por longos períodos de estiagem.

Suas folhas são muito belas também, com um aspecto de cabeleira, dispostas em densos tufos nas extremidades dos ramos. Elas são coriáceas, achatadas, longas e recurvadas, com margens ásperas. As flores somente são produzidas nos exemplares mais velhos, já arbóreos. Elas despontam em inflorescências longas e eretas, com numerosas flores pequenas e esbranquiçadas. Ocorrem plantas fêmeas e plantas machos (espécie dióica).

As patas-de-elefante fazem muito sucesso no paisagismo, criando pontos de destaque no jardim. Sua beleza imponente e escultural pode ser valorizada isolada ou em pequenos grupos. Encaixa-se perfeitamente em jardins contemporâneos, de inspiração desértica ou tropicais. Devido ao lento crescimento, também é muito explorada como planta envasada, enquanto é jovem, para decoração de interiores, pátios, sacadas e varandas. É uma planta que praticamente não exige manutenção, mas que alcança altos valores no mercado de plantas ornamentais.

Deve ser cultivada sob sol pleno em solo fértil, bem drenável e irrigado a intervalos bem espaçados, para evitar o apodrecimento das raízes. Quando jovem, pode ser conduzida em ambientes internos, em locais com incidência solar direta (meia sombra). É muito rústica, tolerando o calor e o frio, não suportando apenas o encharcamento. Multiplica-se por estaquia e por sementes produzidas apenas nas plantas fêmeas.


Coqueiro Anão Amarelo – Cocus Nucifera L.

Muitas referências afirmam que o Cocos nucifera é originários da Índia. Há algumas referências, entretanto, que defendem a origem desconhecida desta palmeira. Clima: A planta frutifica apenas em locais de clima quente.

O coqueiro é uma planta perene, uma palmeira de estipe liso que pode atingir até 25 m de altura e 30 a 50 cm de diâmetro. As folhas são largas e compridas. O fruto é uma noz grande com uma semente recoberta por uma casca dura. No interior da casca, encontra-se a amêndoa, que é a parte comestível, com cerca de 1cm de espessura e a cavidade cheia de líquido - a deliciosa água de coco! O período entre a formação do fruto até o amadurecimento é de cerca de 12 meses.

Existem atualmente no mercado vário híbridos da espécie. Segundo informações da Embrapa Tabuleiros Costeiros, a variedade anã (Cocos nucifera ’nana’), em razão da maior precocidade de produção, maior produção de frutos, melhor sabor da água e menor porte é a mais recomendada para exploração comercial de água de coco.

Planta de clima tropical, o coqueiro se concentra em nosso país na zona do litoral nordestino, mas pode ser cultivado em outras regiões distantes do mar. Para o bom desenvolvimento da planta não pode ocorrer falta de água, necessitando cerca de 2000 mm de chuvas bem distribuídas durante o ano.

Palmeira leque da china – livistona chinensis

Palmeira de tronco simples, ereta, de crescimento muito lento, originária da Ilha Nova Britânia, de 2-3m de altura, com folhagem decorativa excepcional. Folha inteira, em leque ou mais ou menos orbiculares, grandes, plissadas, de margens uniformemente denteadas, coriáceas, verde-escuras e brilhantes.

Cultivada e muito valorizada em vasos para interiores iluminados, ou a meia-sombra como planta isolada ou em grupos. Multiplica-se por sementes.

Estrelítzia – Strelitzia reginae

Herbácea rizomatosa, ereta, acaule, da África do Sul, de 1,2 - 1,5m de altura, de florescimento decorativo. Folhas firmes e coriáceas. Inflorescência terminais, com flores alaranjadas muito duráveis, que se abrem dentro de uma espata em forma de barco, com antera e estigma azuis em forma de flecha. É cultivada a pleno sol, como planta isolada, em renques ou conjuntos, em canteiros com terra rica e umedecida. Muito utilizada como flor de corte

Mussaendra rosa – arbustiva – mussaendra alicia

Arbusto vigoroso do tipo semi-lenhoso e de aparência compacta. Pouco tolerante ao frio, é uma planta indicada para regiões tropicais. Produz muitas inflorescências, com flores pequenas, discretas e amarelas e sépalas grandes de cor rósea e salmão. Pode ser cultivada em vasos, isolada ou em grupos no jardim. Seu porte pode atingir 2 a 3 metros. A mussaenda-rosa aprecia solos ricos em matéria orgânica e irrigados regularmente. Deve ser cultivada a pleno sol. Multiplica-se por estacas postas a enraizar em locais protegidos. Não é resistente ao frio.

Tamareira – Phoenix canariensis

A tamareira-das-canárias é uma palmeira robusta e muito rústica. De tronco único, com cerca de 70 a 90 cm de diâmetro, ela pode alcançar 20 metros de altura. Apresenta folhas pinadas e longas, com folíolos afilados, de coloração verde-brilhante.

Sua beleza é muito valorizada em parques, avenidas e grandes jardins residenciais ou de empresas. Apresenta crescimento moderado a lento. Uma curiosidade: Na ilha de La Gomera, nas Canárias, os nativos extraem a seiva da tamareira para produzir uma espécie de mel de palmeira, vendida no comércio local. Esta extração é realizada através de incisões no caule, que não matam a planta.

Devem ser cultivadas sob sol pleno, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares durante o crescimento. Planta tipicamente tropical, requer calor para o seu pleno desenvolvimento. Em regiões temperadas podem ser cultivadas em vasos que são levados à estufa no inverno. Tolerante a seca e a salinidade do solo. É usual a poda das folhas inferiores, para estimular o crescimento apical e reduzir o volume da copa. Multiplica-se por sementes.


Jerivá – Syagrus

Jerivá e coquinho são dois nomes vulgares do Syagrus romanzoffiana, uma palmeira nativa da Mata Atlântica no Brasil, mas que pode ser encontrada em diferentes tipos de florestas, como restinga, floresta ombrófila densa, floresta estacional semidecidual, mata ciliar, mata paludosa, floresta estacional decidual, cerrado.

É da família Palmae, a fruta, amarela, que é ovalada, não passa de 3 centímetros na sua parte maior, tanto que são cerca de 100 unidades por quilo, chegando à produzir cerca de 140 kg.

Floresce e frutifica em diferentes meses do ano, dependendo da região em que se encontra. Internamente possui uma pequena castanha bem parecida com a do coco-da-baía. A semente germina em cerca de 100 a 150 dias, tendo um potencial de germinação de 50 a 79%. A folha tem a forma perenifólia e é usada como ração para o gado. A árvore fornece também o palmito para alimentação humana.

A madeira foi (ainda é) muito usada nas construções rurais como por exemplo o madeiramento de telhados, é utilizado para paisagismo ornamental e também para fazer reflorestamentos em áreas degradadas, preservação permanente, plantios mistos. Tem um crescimento moderado, com uma altura média de 10 a 12 metros (chegando a ter mais de 15 metros), alguns exemplares chegam a ter um tronco com mais de 60 centímetros de diâmetro.

Pleomele – pleomele reflexa “ Variegata”

Arbusto semi-lenhoso, ramificado, ereto, de folhagem ornamental, originário de Madagascar, Índia e Ilha Maurício, de 2-3 m de altura. Folhas coriáceas, verde-escuras, onduladas, laminares, formando uma roseta persistente. Ocorre a forma variegada de folhas com duas faixas creme-amareladas com centro verde e que deve ser mantida a meia-sombra para não retroceder.

Cultivado em vasos, como planta isolada ou em grupos, a meia-sombra ou a pleno sol, em terra fértil, irrigada a intervalos.


Ixoria – chinesa (amarela, vermelha e rosa) – ixoria-chinensis

A ixora é um arbusto muito apreciado nas regiões de clima quente. Seu aspecto é compacto e suas folhas têm uma textura de couro. A floração ocorre na primavera e verão, e apresenta inflorescências com numerosas flores de coloração amarela, vermelha, laranja ou cor-de-rosa. Pode ser cultivada isoladamente ou em maciços, sendo ótimas para esconder muros e muretas. Atrai polinizadores.

Deve ser cultivado sempre a pleno sol, e não é muito exigente em fertilidade, sendo bastante rústica. Dispensa maiores manutenções, mas deve ser regada a intervalos regulares. Multiplica-se por estacas e não tolera geadas.

Sombrinha Chinesa – Cyperus alternifolius L.

Herbácea rizomatosa, perene, originária de Madagascar, entouceirada, de 0,5-1,1 m de altura, com numerosas hastes eretas, cilíndricas, providas no ápice de uma coroa de folhas verdes brilhantes, lineares e reclinadas.

É muito apropriada para plantio em lugares muito úmidos e brejosos, com margens de tanques e lagos, em grupos, renques ou isoladamente em canteiros providos de matéria orgânica.

Multiplica-se facilmente por divisão de touceira e não raramente formam-se mudas por germinação de sementes.

Cica – cycas circinalis

Arbusto dióico, semi-lenhoso, muito semelhante à Cycas revoluta (acima), a diferença principal está nas folhas que são macias e suavemente curvadas nas extremidades, já as da espécie revoluta são duras e pontiagudas. O crescimento também é muito lento e a planta tem uma vida muito longa. Porte, até 3 metros.

Palmeira Haway – Veitchia merrilli

As Palmeiras Havaí são escolhidas por sua capacidade de suportar condições abaixo das ideais – tais como sub irrigação ou irrigação acima do desejado além de baixa umidade do ar. Nas áreas externas em jardins tropicais ou subtropicais elas são esplêndidas, produzindo grandes cachos de sementes vermelhas ao longo do ano, semelhantes às bolas de natal.

Excelente planta para ambientes de meia sombra a ensolarados. Não é tolerante ao sol direto durante muitas horas. O ideal é mantê-la protegida do sol em local que ofereça boa iluminação.

Regar somente 2 vezes por semana e adubar uma vez por mês. Recomenda-se ocasionalmente (quando for regada) de um fertilizante líquido.


Pandano rasteiro – pandanus racemosus

Arbusto baixo, semi-lenhoso, muito ramificado, originário da Ásia, Polinésia e Madagascar, de 0,5-1,0 m de altura, com ramagem quase horizontal e raízes aéreas.

È cultivado temporariamente em vasos com planta isolada, em grupos ou renques, em pleno sol ou a meia-sombra.
Multiplica-se por estacas-ponteiro ou pelos ramos que já tem raízes.

Neem Indiano – azadirachta indica

É o nome de uma árvore da família Meliaceae, única no seu género botânico. O seu nome científico faz referência à sua origem, a Índia.

É uma planta que pertence à família do mogno e do cedro. São árvores de grande porte, podendo atingir até 30m de altura e 2,5m de diâmetro. Nativa de todo o subcontinente indiano e resistente a seca. Além de fornecer madeira, é muito conhecida por suas propriedades medicinais e terapêuticas encontradas nas sementes, folhas e casca.

Também conhecida como nim ou amargosa, é uma árvore "multiúso" ou "pau para toda a obra", já que tem um conjunto não despiciendo de utilidades. As suas folhas, frutos, sementes, casca e madeira têm diversas aplicações, tanto como fonte de materiais usados pela medicina, veterinária, cosmética, como na produção de adubos e no controlo de pragas. Nesse último quesito, tem chamado a atenção por ser excelente no controle biológico de diversas pragas e doenças que atacam plantas e animais no campo.

 
 
 
 

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